Gostava de acreditar naquela lei Karmica que diz que tudo o que fazemos aos outros a nós voltará. Nunca irei compreender a necessidade de se usar alguém, de se brincar com os outros, com as sua vidas como se fossem soldadinhos de chumbo de uma caixa de brinquedos; de usar; amachucar e descartar outro ser humano.
Resta-me acreditar no velho ditadp "What goes around, comes around"

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